Praticagem em Itajaí


A Praticagem em Itajaí ­ iniciou seus trabalhos na década de 40, quando o prático Manoel Ezidro "abriu" o Porto com o Navio Trópicos. Nessa época, a Praticagem se denominava servição de Praticagem da Barra e Porto de Itajaí Ltda., até 1985, quando foi criada a Associação de Práticos dos Portos de Itajaí. Em 1997 foi sucedida pela Itajaí Práticos Serviço de Praticagem S/C Ltda., que inicialmente contava com três Práticos e três Praticantes de Prático, que em 1998 tornaram-se Práticos.

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Notícias


29 DE SETEMBRO DE 2015

Itajaí, o Brasil Portuário em escala reduzida

"O que estará ocorrendo com o porto que foi um ícone das reformas portuárias dos anos 90? O que se passa com o TECONVI (hoje APM Terminals), arrendamento que se tornou um case em termos de eficiência operacional e gerencial, convivência capital-trabalho, relação ambiental e porto-cidade?"
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29 DE SETEMBRO DE 2015

Fechamento da barra: algumas perguntas e respostas

P: Por que as manobras foram suspensas? R: As manobras foram suspensas porque a vazão do rio Itajaí-Açu está tão alta que torna o risco de transitar com navios intolerável. P: O que é "risco intolerável"? R: Risco intolerável é aquele em que a probabilidade de acidente é significativa, as repercussões do acidente seriam graves ou gravísssimas (por exemplo, perda de vidas humanas, fechamento do canal de acesso por mais de dez dias, ou interrupção da pesca por poluição causada pelo acidente) e não há recursos suficientes para minimizar o risco. P: Como a vazão elevada do rio prejudica as manobras? R: A vazão elevada prejudica as manobras de entrada ao dificultar as guinadas. A corrente faz pressão no navio em sentido contrário ao da curva, empurrando-o para a margem de fora. Se não houver força suficiente para superar este efeito, poderá haver encalhe (o navio toca no fundo), colisão (o navio se choca contra um objeto fixo) ou abalroamento (o navio bate contra outra embarcação). Também as manobras de saída encerram perigo aumentado, já que a velocidade do navio em relação à terra aumenta e a velocidade do navio em relação à água diminui, o que reduz a capacidade do leme do navio. Eventualmente, pode não haver fluxo de água bastante para que o leme tenha efeito, ocorrendo estol e perda de controle. Estes efeitos negativos são agravados pela pouca distância (frequentemente menor que 2 metros) entre o fundo do navio e o fundo do canal. É que, quanto mais perto do fundo está o navio, mais difícil fica mudar de rumo. ----- Se você tiver mais alguma pergunta, escreva para gente, que a ‪#‎ZP21responde‬!
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05 DE SETEMBRO DE 2015

Consumidor que teve cruzeiro alterado durante a viagem deve ser indenizado

<<< Deu no "Consultor Jurídico" em 4 de setembro de 2015 >>> Quem pagou pra ir a Buenos Aires e acabou chegando em Ilhabela (SP) tem direito à indenização. A agência de viagens CVC e a operadora de cruzeiros Pullmantur foram condenadas a pagar R$ 6 mil, a título de indenização por danos morais a uma consumidora que pagou por viagem de cruzeiro marítimo internacional, mas acabou tendo a rota alterada para um circuito nacional. Consta dos autos que as partes celebraram contrato referente a um pacote de sete dias para um cruzeiro com destino à Bacia do Rio Prata, saindo de Santos (SP), com escalas em Itajaí (SC), Punta Del Este (Uruguai) e Buenos Aires. Porém, no segundo dia de viagem, durante a parada realizada em Itajaí, pescadores locais faziam um protesto e fecharam o canal do porto, fazendo com que o navio ficasse atracado por mais de 30 horas. Após a liberação, o roteiro da viagem foi alterado para Búzios (RJ), Ilha Grande (RJ) e Ilhabela. A juíza do 1º Juizado Especial Cível do Guará, que analisou o caso sob a ótica do Código de Defesa do Consumidor, considerou que houve falha na prestação de serviços pelas rés, caracterizada pela alteração unilateral do itinerário ajustado no contrato de transportes de passageiros. “Em que pese o navio tenha sido impedido de sair do porto por pelo menos 30 horas, a parte requerida laborou com falhas na prestação de serviços, pois tal fato, ainda que acarretasse atrasos ou supressão de alguma parada, não justifica a mudança total do itinerário.” A juíza entendeu que a mudança acarretou sofrimento e constrangimento suficientes para se indenizar a parte autora. E, ainda, que o dever de indenizar cabe tanto à operadora do cruzeiro, que alterou o roteiro da viagem, quanto à agência de turismo, que intermediou o contrato. Seguindo o disposto no Código de Defesa do Consumidor, "os fornecedores de serviços respondem solidariamente pelos danos causados aos consumidores". Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-DF. Processo 2015.14.1.000715-6
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