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A Praticagem
em Itajaí iniciou seus trabalhos
na década de 40, quando o prático
Manoel Ezidro “abriu” o Porto com o
Navio Trópicos. Nessa época, a Praticagem
se denominava serviço de Praticagem da Barra
e Porto de Itajaí Ltda., até 1985,
quando foi criada a Associação de
Práticos dos Portos de Itajaí. Em
1997 foi sucedida pela Itajaí Práticos
Serviço de Praticagem S/C Ltda., que inicialmente
contava com três Práticos e três
Praticantes de Prático, que em 1998 tornaram-se
Práticos.

Ao final do ano de 1998 mais três Práticos
associaram-se a empresa, e neste mesmo ano a empresa
começou a informatizar o sistema de atendimento
aos clientes. Em 2003 o serviço de Praticagem
passou a atender 24 horas, por operadores bilíngües
em regime de escala de revezamento.
Em meados de 2005 a Itajaí Práticos
mudou-se para a nova Atalaia, onde todas as suas
operações são centralizadas
e controladas através de sistemas informatizados,
regida por autogestão, e estruturada com
a mais alta tecnologia, plantão permanente
bilíngüe, sempre capaz de atender a
demanda de navios e à prestação
de informações que lhe são
solicitadas, 24horas por dia, 365 dias por ano.
Possui suas próprias lanchas para embarque
e desembarque de Práticos, todas sofrendo
periodicamente o processo de homologação
realizado pelo Conselho
Nacional de Praticagem - CONAPRA.
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As Praticagens
de diversos Portos Nacionais estão organizadas
conforme as normas preconizadas pelas instituições
IMO - INTERNACIONAL
MARITIME ORGANIZATION, órgão
da ONU,
através da IMPA
– INTERNATIONAL MARITIME PILOTS ASSOCIATION,
num sistema mundialmente consagrado e adotado pelas
principais nações marítimas,
no qual sua autonomia é assegurada e a quantidade
de profissionais é controlada, sempre sob
fiscalização exercida pela autoridade
naval responsável pela segurança da
navegação.

O órgão que representa as Praticagens
brasileiras junto ao IMPA
é o CONAPRA
– CONSELHO NACIONAL DE PRATICAGEM,
que trata dos interesses dos Práticos de
todos os Portos e Costas brasileiras.
Todos os Práticos são habilitados
para determinado Porto ou Zona de Praticagem e exercem
sua função agrupada em uma única
associação ou cooperativa, o que lhes
permite organizar um sistema de rodízio de
trabalho que assegure o atendimento ininterrupto
a todos os navios, bem como, a distribuição
equânime de trabalho entre os profissionais.
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